terça-feira, 23 de maio de 2023

ATIVIDADES DO 2º BIMESTRE

 ATIVIDADE DO 2º BIMESTRE

HORA DA HISTÓRIA

ATIVIDADE EM GRUPO

ESCOLHA UMA HISTÓRIA INFANTIL PRA CRIANÇAS DE 4 A 5 ANOS, A PARTIR DA ESCOLHA DE UM DOS TEMAS ABAIXO

TEMAS: 

COMBATE AO BULLYING

CONVIVER COMAS DIFERENÇAS


1 - FAÇA UM RESUMO DA HISTÓRIA E JUSTIFIQUE A ESCOLHA DO GRUPO: ESCOLHEMOS ESSA HISTÓRIA POIS... (2,0)

2 - PREENCHA O PLANO A SEGUIR: (5,0)



DIREITOS DE APRENDIZAGEM

 

DIREITOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Conviver com outras crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos, utilizando diferentes linguagens, ampliando o conhecimento de si e do outro, o respeito em relação à cultura e às diferenças entre as pessoas.

Brincar cotidianamente de diversas formas, em diferentes espaços e tempos, com diferentes parceiros (crianças e adultos), ampliando e diversificando seu acesso a produções culturais, seus conhecimentos, sua imaginação, sua criatividade, suas experiências emocionais, corporais, sensoriais, expressivas, cognitivas, sociais e relacionais.

Participar ativamente, com adultos e outras crianças, tanto do planejamento da gestão da escola e das atividades propostas pelo educador quanto da realização das atividades da vida cotidiana, tais como a escolha das brincadeiras, dos materiais e dos ambientes, desenvolvendo diferentes linguagens e elaborando conhecimentos, decidindo e se posicionando.

Explorar movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras, emoções, transformações, relacionamentos, histórias, objetos, elementos da natureza, na escola e fora dela, ampliando seus saberes sobre a cultura, em suas diversas modalidades: as artes, a escrita, a ciência e a tecnologia.

Expressar, como sujeito dialógico, criativo e sensível, suas necessidades, emoções, sentimentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões, questionamentos, por meio de diferentes linguagens.

Conhecer-se e construir sua identidade pessoal, social e cultural, constituindo uma imagem positiva de si e de seus grupos de pertencimento, nas diversas experiências de cuidados, interações, brincadeiras e linguagens vivenciadas na instituição escolar e em seu contexto familiar e comunitário.


Essa concepção de criança como ser que observa, questiona, levanta hipóteses, conclui, faz julgamentos e assimila valores e que constrói conhecimentos e se apropria do conhecimento sistematizado por meio da ação e nas interações com o mundo físico e social não deve resultar no confinamento dessas aprendizagens a um processo de desenvolvimento natural ou espontâneo. Ao contrário, impõe a necessidade de imprimir intencionalidade educativa às práticas pedagógicas na Educação Infantil, tanto na creche quanto na pré-escola.

Essa intencionalidade consiste na organização e proposição, pelo educador, de experiências que permitam às crianças conhecer a si e ao outro e de conhecer e compreender as relações com a natureza, com a cultura e com a produção científica, que se traduzem nas práticas de cuidados pessoais (alimentar-se, vestir-se, higienizar-se), nas brincadeiras, nas experimentações com materiais variados, na aproximação com a literatura e no encontro com as pessoas.

Parte do trabalho do educador é refletir, selecionar, organizar, planejar, mediar e monitorar o conjunto das práticas e interações, garantindo a pluralidade de situações que promovam o desenvolvimento pleno das crianças.

Ainda, é preciso acompanhar tanto essas práticas quanto as aprendizagens das crianças, realizando a observação da trajetória de cada criança e de todo o grupo – suas conquistas, avanços, possibilidades e aprendizagens. Por meio de diversos registros, feitos em diferentes momentos tanto pelos professores quanto pelas crianças (como relatórios, portfólios, fotografias, desenhos e textos), é possível evidenciar a progressão ocorrida durante o período observado, sem intenção de seleção, promoção ou classificação de crianças em “aptas” e “não aptas”, “prontas” ou “não prontas”, “maduras” ou “imaturas”. Trata-se de reunir elementos para reorganizar tempos, espaços e situações que garantam os direitos de aprendizagem de todas as crianças.


CUIDAR E EDUCAR/ INTERAÇÕES E BRINCADEIRAS


A EDUCAÇÃO INFANTIL - BNCC

 

EDUCAR E CUIDAR INDISSOCIÁVEIS DO PROCESSO EDUCATIVO

Nas últimas décadas, vem se consolidando, na Educação Infantil, a concepção que vincula educar e cuidar, entendendo o cuidado como algo indissociável do processo educativo. Nesse contexto, as creches e pré-escolas, ao acolher as vivências e os conhecimentos construídos pelas crianças no ambiente da família e no contexto de sua comunidade, e articulá-los em suas propostas pedagógicas, têm o objetivo de ampliar o universo de experiências, conhecimentos e habilidades dessas crianças, diversificando e consolidando novas aprendizagens, atuando de maneira complementar à educação familiar – especialmente quando se trata da educação dos bebês e das crianças bem pequenas, que envolve aprendizagens muito próximas aos dois contextos (familiar e escolar), como a socialização, a autonomia e a comunicação.

 

INTERAÇÕES E BRINCADEIRAS - EIXOS ESTRUTURANTES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

De acordo com as DCNEI, em seu Artigo 9º, os eixos estruturantes das práticas pedagógicas dessa etapa da Educação Básica são as interações e a brincadeira, experiências nas quais as crianças podem construir e apropriar-se de conhecimentos por meio de suas ações e interações com seus pares e com os adultos, o que possibilita aprendizagens, desenvolvimento e socialização.

A interação durante o brincar caracteriza o cotidiano da infância, trazendo consigo muitas aprendizagens e potenciais para o desenvolvimento integral das crianças. Ao observar as interações e a brincadeira entre as crianças e delas com os adultos, é possível identificar, por exemplo, a expressão dos afetos, a mediação das frustrações, a resolução de conflitos e a regulação das emoções. Tendo em vista os eixos estruturantes das práticas pedagógicas e as competências gerais da Educação Básica propostas pela BNCC, seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento asseguram, na Educação Infantil, as condições para que as crianças aprendam em situações nas quais possam desempenhar um papel ativo em ambientes que as convidem a vivenciar desafios e a sentirem-se provocadas a resolvê-los, nas quais possam construir significados sobre si, os outros e o mundo social e natural.


quarta-feira, 17 de maio de 2023

ROTINA E PLANEJAMENTO

 

FONTE REVISTA NOVA ESCOLA
PLANEJAMENTO

RECEPÇÃO

No cotidiano, a chegada da turma é um momento muito especial.

 É preciso acolher um a um e manter entretidos os que já estão na escola

Organize a sala (ou o pátio) em cantos de atividades diversificadas. Assim, o dia começa de forma agradável e tranquila. 

OUTROS MOMENTOS

Assim como essa "recepção", outros momentos merecem ser tratados como "intocáveis", caso do descanso e das refeições. Portanto, comece definindo esses horários (recepção, rodinha, lanche, descanso, higiene) e, depois, divida o dia em grandes blocos, que permitam variações de tarefas.(atividade no parquinho, cantinho da leitura, cantinho de construção etc.).

PLANEJAMENTO

O planejamento diário é outro elemento indispensável e pode ser feito numa roda de conversa. Peça que os pequenos participem dando sugestões sobre o que fazer (propor atividades estimula a autonomia e o raciocínio). "Use fotos e desenhos para ilustrar cada atividade e promover o hábito e a previsibilidade da sequência".

 Um mural com a rotina orienta as crianças sobre o que será feito, a sequência das atividades e a percepção de que tudo tem um início e uma finalização.

A rotina, é importante destacar, não precisa ser sempre a mesma. Pense, por exemplo, na sequência roda de conversa-parque-lanche. Num dia, você pode contar uma história no parque e, em outro, na sala de aula. "Em comemorações como a festa junina e o encerramento do ano letivo, que ocorrem sempre na mesma época do ano, aproveite para criar atividades mais marcantes". "

Os eventos podem variar, contanto que todos sejam previamente avisados e preparados.

Em todos os casos, os cuidados devem estar vinculados ao ato de educar. "São ocasiões especiais de intimidade, sobretudo por causa da chance de oferecer um tratamento individual".  Ao trocar a fralda e pedir que a criança segure a pomada contra assaduras, o educador estimula a autonomia e a participação. Incentivar a comer com a própria colher, por sua vez, favorece a capacidade motora. E conversar durante o banho desenvolve a linguagem oral e o relacionamento afetivo.

Atenção do primeiro ao último minuto

O bom planejamento ajuda a manter todos bem cuidados e aprendendo

Confira a seguir como a equipe da Creche da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, organiza um dia de trabalho. Algumas tarefas são flexíveis e podem ser alternadas entre si.

 EXEMPLO DE HORÁRIO

Entrada (das 7h30 às 9h) - Quatro professores se dividem entre acompanhar as brincadeiras dos bebês e das crianças e acolher os que chegam com os pais.

Lanche

Roda de conversa - As crianças se reúnem com o professor para falar sobre um assunto previamente determinado e "planejar" a rotina.

Atividade dirigida (sujeita a variação de acordo com o clima) - Em sala, pode ser contação de história, desenho, pintura etc. No parque, a pedida é movimento, faz-de-conta etc.

Almoço

Descanso

Higiene - Ao despertar, as crianças lavam as mãos, escovam os dentes e têm as fraldas trocadas. Todos os colchões são empilhados na sala

Atividade em roda - É hora de jogar, cantar ou combinar algo

Atividade dirigida (sujeita a variação de acordo com o clima) - Em sala, pode ser contação de história, desenho, pintura etc. No parque, a pedida é movimento, faz-de-conta etc.

Jantar

Higiene

Saída (18h30)

ESPAÇOS E MATERIAIS

 

O ambiente e os recursos disponíveis na escola são tão importantes quanto a organização do tempo. "Os pequenos adquirem experiência por meio da ação, do desafio, da exploração prática do espaço e dos objetos", afirma Maria Carmen. É tocando, mordendo, chutando, dançando, pegando e transpondo obstáculos que eles assimilam conhecimentos. Por isso, alterne as atividades realizadas no interior da sala com outras em espaços externos (dentro e fora da escola) e abuse de cores, texturas, tamanhos, formas e temperaturas. Não basta explicar o que é um objeto redondo. É preciso dar uma bola para a criança. 

Para garantir que todo esse planejamento seja bem-sucedido no dia-a-dia, tenha sempre livros para as atividades de contação de história, tintas para as pinturas, giz de cera para os desenhos, fantasias para o faz-de-conta, bolas e colchonetes para as atividades de movimento e assim por diante. Em outras palavras, estimule as crianças a mexer o corpo, testar diferentes materiais, brincar, pensar soluções, transpor desafios, interagir com os colegas.

 

DO PAPEL PARA A SALA

Uma vez que você já sabe o que pretende fazer a cada dia, nada melhor do que reunir todo o material necessário com antecedência. Isso evita deixar a turma sem ter o que fazer na hora de passar de uma atividade para outra. O ideal, aliás, é que essa transição seja gradual. Nada de interromper bruscamente uma brincadeira só porque chegou a hora de almoçar. Da mesma forma, se uma criança fez xixi e está adorando folhear um livro, sugira que ela o leve para o fraldário.

 

Por mais que você consiga montar um bom planejamento, é bom contar com imprevistos e, o mais importante, respeitar o ritmo individual. Deixar alguém ocioso, esperando que os colegas concluam uma tarefa, também é mau negócio. "Isso costuma gerar conflito e desordem", diz Roberta. Por isso, é bom ter algumas cartas na manga para poder oferecer opções para os mais apressados. Esse raciocínio vale para os que não querem dormir no momento previsto para o descanso.

 

Para as crianças com deficiência, não há recomendações específicas. O melhor é que elas façam tudo junto com os colegas. "Basta que o professor e a turma as ajudem a superar suas limitações", diz Luciene Tognetta. Se uma usa cadeira de rodas, os demais podem pensar em como incluí-la num esconde-esconde. "Essa é uma oportunidade para ensinar a conviver com as diferenças."

EXERCÍCIO

  ATIVIDADE 4 Responda: 1 – Segundo a BNCC quais são os sete pontos em avaliação na Educação Infantil que devemos dar atenção? Explique ...